Em partida digna de final, com todos os ingredientes presentes no Estádio Municipal Comandante João Ribeiro de Barros, como bom público e boa qualidade técnica, o Frutas Boca Rica sagrou-se tricampeão consecutivo do Campeonato Jauense de Futebol da Primeira Divisão – o tradicional Varzeano, organizado pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação (SELR) de Jaú.
O duelo de sábado à tarde terminou 2 a 1 para o Peccioli que, apesar da vitória, para ser campeão precisava marcar pelo menos dois gols de diferença no Boca Rica – que havia vencido o primeiro jogo da decisão, na semana anterior, pelo mesmo placar. Assim, o título coroou a equipe que fez a melhor campanha durante toda a competição. Na fase de classificação do Varzeano, o Boca Rica fez 23 pontos em 11 jogos disputados.
Equilíbrio
O Peccioli começou melhor o jogo e abriu o marcador logo no início do primeiro tempo, com Angelo Júnior. Depois disso, a partida ficou equilibrada. Já no final da primeira etapa, Digão deixou tudo igual: 1 a 1.
No segundo tempo, o Peccioli continuou atacando e virou o marcador para 2 a 1. A partir daí, o Frutas Boca Rica criou chances para empatar, mas pecou nas finalizações. Já o Peccioli não teve forças para fazer o terceiro gol – e que seria o tento do título inédito.
Após o apito final e a entrega das medalhas e troféus para os finalistas, torcedores do Boca Rica foram festejar com jogadores e comissão técnica o tricampeonato. Em seguida, fizeram carreata pelas ruas de Jaú.
O duelo de sábado à tarde terminou 2 a 1 para o Peccioli que, apesar da vitória, para ser campeão precisava marcar pelo menos dois gols de diferença no Boca Rica – que havia vencido o primeiro jogo da decisão, na semana anterior, pelo mesmo placar. Assim, o título coroou a equipe que fez a melhor campanha durante toda a competição. Na fase de classificação do Varzeano, o Boca Rica fez 23 pontos em 11 jogos disputados.
Equilíbrio
O Peccioli começou melhor o jogo e abriu o marcador logo no início do primeiro tempo, com Angelo Júnior. Depois disso, a partida ficou equilibrada. Já no final da primeira etapa, Digão deixou tudo igual: 1 a 1.
No segundo tempo, o Peccioli continuou atacando e virou o marcador para 2 a 1. A partir daí, o Frutas Boca Rica criou chances para empatar, mas pecou nas finalizações. Já o Peccioli não teve forças para fazer o terceiro gol – e que seria o tento do título inédito.
Após o apito final e a entrega das medalhas e troféus para os finalistas, torcedores do Boca Rica foram festejar com jogadores e comissão técnica o tricampeonato. Em seguida, fizeram carreata pelas ruas de Jaú.


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