Após oito anos, seleção brasileira luta para voltar à decisão do Mundial
Alexandre Lobo
Rio de Janeiro
Responsáveis pelos maiores placares desta Copa do Mundo de Futsal da Fifa, Brasil e Rússia voltam a se
enfrentar nesta quinta-feira. Agora, em vez dos três pontos, a partida garantirá ao vencedor a passagem para a final da competição. Se chegar à semifinal já é um prêmio para os russos, do lado brasileiro o confronto é encarado como o jogo da vida do técnico PC de Oliveira e de seus comandados. Brasil e Rússia jogam a partir das 10h30m (de Brasília), no ginásio do Maracanãzinho (RJ), com transmissão ao vivo do SporTV,Globo e Band.Na véspera da decisão, a seleção brasileira fez apenas um treino físico na praia de São Conrado, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo o craque Falcão, a hora é de ficar mais no hotel, descansando e analisando o futsal russo. Poupado contra a Ucrânia para evitar o segundo cartão amarelo, o fixo Schumacher está com mais vontade do que nunca para jogar e levar o Brasil de volta à decisão do Mundial, algo que não acontece desde 2000, quando a seleção foi derrotada pela Espanha. - Estou melhor ainda do que antes. Eu estava merecendo um descanso.
Ciço e Wilde, que deixaram o jogo contra a Ucrânia sentindo a virilha, participaram do treino físico desta quarta, ainda estam em tratamento, mas estão confirmados pelo médico André Pedrinelli. Suspenso por dois jogos, Betão está fora e será substituído no grupo por Carlinhos. Autor do primeiro dos sete gols sobre os russos na primeira fase, Schumacher volta à equipe titular e lembra que esta semifinal será completamente diferente do último encontro.
- A semifinal é outra história. A Rússia melhorou bastante em relação àqueles 7 a 0. A gente tem que se ligar.Russos: concentração na defesa Pelo lado da Rússia, o discurso é parecido. Artilheiro da competição com 15 gols, um a mais do que Falcão, o brasileiro naturalizado Pula tem a receita para esta revanche. - A falta de atenção que aconteceu no primeiro jogo não vai haver. Não podemos errar. Logo após o empate com a Argentina na última terça-feira, o assistente técnico russo Vladimir Levin deixou no ar como sua equipe vai entrar em quadra contra o Brasil. - Tivemos uma lição impressionante nos 7 a 0, e espero que os atletas tenham aprendido. A primeira coisa que devemos fazer é nos concentrar na defesa. Será uma grande semifinal.
enfrentar nesta quinta-feira. Agora, em vez dos três pontos, a partida garantirá ao vencedor a passagem para a final da competição. Se chegar à semifinal já é um prêmio para os russos, do lado brasileiro o confronto é encarado como o jogo da vida do técnico PC de Oliveira e de seus comandados. Brasil e Rússia jogam a partir das 10h30m (de Brasília), no ginásio do Maracanãzinho (RJ), com transmissão ao vivo do SporTV,Globo e Band.Na véspera da decisão, a seleção brasileira fez apenas um treino físico na praia de São Conrado, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo o craque Falcão, a hora é de ficar mais no hotel, descansando e analisando o futsal russo. Poupado contra a Ucrânia para evitar o segundo cartão amarelo, o fixo Schumacher está com mais vontade do que nunca para jogar e levar o Brasil de volta à decisão do Mundial, algo que não acontece desde 2000, quando a seleção foi derrotada pela Espanha. - Estou melhor ainda do que antes. Eu estava merecendo um descanso.Ciço e Wilde, que deixaram o jogo contra a Ucrânia sentindo a virilha, participaram do treino físico desta quarta, ainda estam em tratamento, mas estão confirmados pelo médico André Pedrinelli. Suspenso por dois jogos, Betão está fora e será substituído no grupo por Carlinhos. Autor do primeiro dos sete gols sobre os russos na primeira fase, Schumacher volta à equipe titular e lembra que esta semifinal será completamente diferente do último encontro.
- A semifinal é outra história. A Rússia melhorou bastante em relação àqueles 7 a 0. A gente tem que se ligar.Russos: concentração na defesa Pelo lado da Rússia, o discurso é parecido. Artilheiro da competição com 15 gols, um a mais do que Falcão, o brasileiro naturalizado Pula tem a receita para esta revanche. - A falta de atenção que aconteceu no primeiro jogo não vai haver. Não podemos errar. Logo após o empate com a Argentina na última terça-feira, o assistente técnico russo Vladimir Levin deixou no ar como sua equipe vai entrar em quadra contra o Brasil. - Tivemos uma lição impressionante nos 7 a 0, e espero que os atletas tenham aprendido. A primeira coisa que devemos fazer é nos concentrar na defesa. Será uma grande semifinal.
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