Leandro Castán ainda era uma criança de colo, mas isso não impedia seu pai, Marcelo Silva, de levá-lo aos jogos. Zagueiro como o filho, o ex-defensor do XV de Jaú o levava, acompanhado do irmão Luciano Castán, do Paraná Clube, a todos os bastidores do mundo do futebol. Era o começo da carreira da dupla.
Na preleção, no vestiário, na entrada no gramado... Não importava a partida, Leandro Castán estava sempre lá para entender como funciona o esporte.
- A principal recordação que tenho do meu pai é de quando ele me levava para os jogos. Eu gostava de participar de tudo, das conversas nos vestiários, das preleções, do c lima de jogo, dos bastidores. E desde então eu já penso em ser profissional. Deu certo – declarou o zagueiro corintiano.
Deu certo mesmo. Nascido em Jaú, no interior de São Paulo, assim como toda a sua família, Leandro Castán iniciou sua trajetória no Atlético-MG. Teve uma passagem pelo futebol sueco, no Helsingborgs, e depois voltou ao Brasil para jogar no Grêmio Barueri, hoje Prudente. Em seguida, acertou com o Timão.
No Corinthians, ganhou o destaque que o pai gostaria que o filho tivesse. Até por isso, Marcelo Silva acha que Leandro já o superou na técnica e na qualidade.
- Ele aprendeu alguma coisa comigo, sim, mas é muito melhor do que eu era. Sempre o imaginei, junto com o irmão, jogando futebol profissional. Por isso sempre os levei comigo para as partidas. Justamente para se acostumarem com o ambiente, com a rotina – contou o ex-zagueiro.
Os ensinamentos do pai, no entanto, estão sempre presentes. Como na semifinal do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras. Na hora em que foi para sua cobrança na disputar por pênaltis, Leandro Castán lembrou de uma dica de Marcelo Silva.
- Quando meu pai encerrou a carreira, ele montou uma escolinha em Jaú. Foi lá que eu comecei a treinar. E ele pegava no meu pé. Mas foi bom, porque na semifinal com o Palmeiras, na hora em que fui bater o pênalti, eu lembrei uma dica dele, de que é bom ir trotando para a bola – disse Castán.
Da arquibancada do Pacaembu, o pai viu o filho e se emocionou.
- Quando eu vi meu filho indo para bola, lembrei isso. Ele fez direitinho – finalizou Marcelo Silva, que jogou profissionalmente de 1983 a 1999.

Na preleção, no vestiário, na entrada no gramado... Não importava a partida, Leandro Castán estava sempre lá para entender como funciona o esporte.
- A principal recordação que tenho do meu pai é de quando ele me levava para os jogos. Eu gostava de participar de tudo, das conversas nos vestiários, das preleções, do c lima de jogo, dos bastidores. E desde então eu já penso em ser profissional. Deu certo – declarou o zagueiro corintiano.
Deu certo mesmo. Nascido em Jaú, no interior de São Paulo, assim como toda a sua família, Leandro Castán iniciou sua trajetória no Atlético-MG. Teve uma passagem pelo futebol sueco, no Helsingborgs, e depois voltou ao Brasil para jogar no Grêmio Barueri, hoje Prudente. Em seguida, acertou com o Timão.
No Corinthians, ganhou o destaque que o pai gostaria que o filho tivesse. Até por isso, Marcelo Silva acha que Leandro já o superou na técnica e na qualidade.
- Ele aprendeu alguma coisa comigo, sim, mas é muito melhor do que eu era. Sempre o imaginei, junto com o irmão, jogando futebol profissional. Por isso sempre os levei comigo para as partidas. Justamente para se acostumarem com o ambiente, com a rotina – contou o ex-zagueiro.
Os ensinamentos do pai, no entanto, estão sempre presentes. Como na semifinal do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras. Na hora em que foi para sua cobrança na disputar por pênaltis, Leandro Castán lembrou de uma dica de Marcelo Silva.
- Quando meu pai encerrou a carreira, ele montou uma escolinha em Jaú. Foi lá que eu comecei a treinar. E ele pegava no meu pé. Mas foi bom, porque na semifinal com o Palmeiras, na hora em que fui bater o pênalti, eu lembrei uma dica dele, de que é bom ir trotando para a bola – disse Castán.
Da arquibancada do Pacaembu, o pai viu o filho e se emocionou.
- Quando eu vi meu filho indo para bola, lembrei isso. Ele fez direitinho – finalizou Marcelo Silva, que jogou profissionalmente de 1983 a 1999.
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